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Grupo de acadêmicos da UEA, entre os quais as indígenas Michelle Tukano (à esquerda) e Francinara Baré (ao lado de Michelle), com o secretário Bonifácio José, na Seind. Fotos: Isaac Júnior (Ascom/Seind) |
Um grupo de acadêmicos do sexto
período do curso de Administração da Universidade do Estado do Amazonas (UEA) começou
a elaborar, nesta terça-feira (dia 4) em Manaus, um diagnóstico estratégico da
Secretaria de Estado para os Povos Indígenas (Seind). A atividade faz parte da
disciplina “Oficina 1, Diagnóstico Estratégico”, que integra o estágio
supervisionado e que irá auxiliar os alunos no Trabalho de Conclusão de Curso
(TCC).
Na Seind, os futuros administradores
– entre os quais as indígenas Francinara Baré e Michelle Tukano – foram recebidos
pelo secretário Bonifácio José Baniwa, com quem trataram de assuntos relacionados
aos povos indígenas e, principalmente, a construção de políticas públicas que
hoje são desenvolvidas e executadas pelo Governo do Amazonas, por meio da Seind
e parceiros.
“Nosso objetivo é fazer o
diagnóstico, a partir do que é oferecido, com objetivos, pontos fortes e fracos,
e assim por diante”, informou a acadêmica Vandreza Pena de Carvalho.
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Estudantes visitam os departamentos da Seind, entre os quais o de Etnodesenvolvimento, que é coordenado por Zuza Mayoruna (à mesa) |
Francinara Baré é a atual coordenadora
tesoureira da Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira
(Coiab) e Michelle Tukano trabalha como assessora de Gabinete na Seind. O grupo
é formado ainda por Bruno Bastos, Ellen Costa, Jefferson Camilo e Raquel de
Araújo.
A disciplina “Oficina 1, Diagnóstico
Estratégico” é ministrada pela mestre Elane Jingkins e, de acordo com os
próprios acadêmicos, o resultado final de tudo o que for diagnosticado será
apresentado até o dia 18 deste mês.
“O secretário da Seind também terá
acesso ao resultado”, frisou Vandreza Carvalho.
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