As aldeias ‘Lobo’ e ‘Trinta e Um’ são
algumas das comunidades indígenas localizadas em áreas de difícil acesso, no
Estado, que deverão receber apoio do Governo do Amazonas em 2015. Cinco
lideranças indígenas do povo Mayoruna procuraram a Secretaria de Estado para os
Povos Indígenas (Seind), nesta quinta-feira (dia 12), para começar a definir as
estratégias de ação.
A proposta é elaborar projetos nas
áreas da piscicultura, agricultura familiar, habitação, educação e saúde. Todas
deverão ser executados em parceria com outras instituições governamentais, que
integram, com a Seind, o Comitê Gestor de Atuação Integrada entre o Governo do
Amazonas e a Fundação Nacional do Índio (Funai).
No próximo dia 24, a Seind irá
intermediar uma reunião dos cinco mayoruna com técnicos da Secretaria de Estado
de Educação (Seduc/AM), para tentar viabilizar uma das principais demandas das
duas aldeias: a construção de uma escola indígena.
Em meio a idas e vindas, entre um
parceiro e outro, também será discutida a possibilidade da aquisição de um
transporte fluvial para os comunitários. As aldeias Lobo e Trinta e Um estão a
aproximadamente 18 horas (de lancha 250 hp) e três dias de barco da sede, em
Atalaia do Norte, onde as famílias vivem da caça, pesca e da comercialização de
produtos como farinha e banana.
O cacique Waki Mayoruna agradeceu o
apoio da Seind e disse que o órgão será fundamental para que os benefícios
possam alcançar o maior número de pessoas, nas duas comunidades.
“Nibëdosh Seind, caid tantienquio”,
expressou o líder da aldeia Lobo, na língua nativa, acompanhado de Kanindé,
Tumi, André e do professor Kevin, todos mayoruna da comunidade Trinta e Um.
Modelo
Nos últimos dois anos, a Seind foi
procurada por indígenas kambeba que, até então, estavam no anonimato, apesar de
morarem mais próximos de Manaus, no quilômetro 47 da Rodovia Manuela Urbano. O
apoio prestado pela secretaria objetivou garantir o desenvolvimento sustentável
e a segurança alimentar para aproximadamente 11 famílias, além da conservação
da biodiversidade na área.
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Material entregue a indigenas kambeba, em projeto que deu certo em Manacapuru |
O resultado de tudo isso foi a implantação do
Programa de Transferência de Tecnologia, com a instalação de uma unidade
demonstrativa de produção de macaxeira, banana e outros produtos, feito em
parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).
“Modelos semelhantes poderão ser
construídos com as comunidades indígenas do Vale do Javari”, ressaltou o também
mayoruna e chefe do Departamento de Etnodesenvolvimento da Seind (Detno/Seind),
Zuza Cavalcante.
Origem
Também conhecidos como Matsés, os
indígenas do povo Mayoruna habitam a região de fronteira do Brasil com o Peru,
em comunidades espalhadas na bacia do rio Javari e na terra indígena Vale do
Javari. Eles convivem com povos falantes de línguas das famílias linguísticas Pano (Matis, Kulina-Pano,
Korubo,
Marubo)
e Katukina
(povo Kanamari).
Eles ainda podem ser encontrados na
aldeia Marajaí, no município de Alvarães (a 538 quilômetros de
Manaus).
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